domingo, 14 de abril de 2013

História de Planaltina através de fotografias - volume 6






Apresentação

                  O trabalho de seleção de imagens, agrupamento dessas imagens de acordo com alguns temas, acrescentando discussões e argumentações necessárias para o esclarecimento e justificação do apresentamos e o que julgamos comentar sobre a leitura dessas imagens terminam em documentários de história e imagem, com a atenção em Planaltina e sua sociedade. As asperezas do termo “documentário” usado parecem uma redundância, quando na sua essência induz a ideia de seu continente reunir: história e registros. Nestes registros, há documentos e quadros com imagens. Mas queremos o reforço para incluir o documento do observador-leitor, no processo da recepção, com a sua leitura investigativa, reflexões, opiniões e críticas como partícipe desse documentário aberto sobre Planaltina.
                   O que afirmamos não constitui um sonho, pois muitas pessoas de nossa sociedade estão se reunindo para, na prática, coletivamente, fazer a leitura interpretativa e crítica desses documentários.
                   Não estamos criando uma forma nova de fazer história. As exposições fotográficas foram sempre organizadas com as apresentações, as imagens e as suas respectivas legendas. Mas sempre houve uma desnorteadora mão, em algumas exposições históricas, que de posse de um cargo político ou de poder, para fazer a exclusão das fotos ou documentos, que não servissem ao interesse das “causas”. Isso termina num confronto dialógico, onde a sociedade perde a oportunidade de participar de diversos momentos importantes de sua história.
                   Aqui poderia acontecer o mesmo. Mas afirmamos e reafirmamos que estamos fazendo o uso das fotografias cedidas para o nosso acervo, com a finalidade da exposição através de nossos trabalhos e que os registros que podiam desaparecer com a falta de atenção, no curso natural do tempo, tivesse uma utilidade de dar conhecimento para as gerações futuras.
                  Este é o sexto volume da História de Planaltina através de fotografias e tivemos o cuidado, das edições de outros volumes anteriores, de manter uma exposição variada de imagens, atendendo aos temas: personalidades, eventos políticos, Via Sacra, famílias, esporte (capoeira), grupos, ruas da cidade nos anos 70, eventos sociais e crianças.
                   Enquanto preparamos este termo de abertura ou apresentação, estamos concomitantemente selecionando as imagens do volume 7. Ao tempo que separamos muitas imagens sem as devidas legendas. Certificamos aqui, que muitas fotografias estão sendo enviadas para o nosso acervo, através de álbuns do Facebook. (Claro, com as autorizações de seus proprietários, entre a nossa lista de amigos daquela Rede social de relacionamento). O objetivo desses envios é o de fornecer imagens, que não constam ainda de nosso acervo para serem utilizadas no documentário de História e Imagem de Planaltina.
                       Nas discussões iniciais, acrescentamos algumas informações da Teoria da estética da recepção de imagem, sobre o “olhar” do  operador-fotógrafo e “olhar” do observador-leitor e sobre a psicanálise das personagens que compõem a imagem. Tratamos, com esses assuntos ou temas, da ampliação dos valores das imagens do registro com a sua participação, caro observador-leitor-investigador!
                 
1.      Discussões iniciais

                       Já estamos familiarizados com a Teoria estética da recepção, onde o autor pensa, imagina os poemas, os textos narrativos ou as suas obras de arte, prepara as suas composições formais, de suas informações e mensagens, de seus valores semióticos de suas imagens e sentidos. Naturalmente, no processo de elaboração de cada etapa, esse autor através de seus narradores ou de seus operadores instruídos para a execução prática de seus objetos (a obra em si), se distancia e se aproxima, ora como operador de composição, ora como observador-leitor (impondo o seu senso estético) até o momento de liberação de seu objeto, como arte final. Obra de arte pronta. A etapa seguinte é exclusiva do observador-leitor, no chamado processo de acabamento, que conduz o objeto com a sua sensibilidade estética, reelabora os fragmentos e segmentos da obra, no seu encantamento mágico, com o seu conteúdo racional e inconsciente, com as suas reações dialógicas, suas pulsões e suas emoções, sob as influências de suas concepções filosóficas e dos referenciais de seus contextos para os limites de sua investigação, análise crítica e prazer estético na sua nova história da história, na sua nova obra de arte da obra inicial do autor.
                     Reafirmando o que acabamos de dizer, Raquel Trentin, estudiosa do assunto, informa-nos:
                                  Para a estética da recepção, que proclamou a maioridade do leitor, e tem como principais representantes Hans Robert Jauss e Wolfgang Iser, o significado da obra literária é apreensível não pela análise isolada da obra, nem pela relação da obra com a realidade, mas sim pela análise do processo de recepção em que a obra se expõe, por assim dizer, na multiplicidade de seus aspectos. (1)
                      Transferindo tudo para a análise investigativa da imagem fotográfica, vamos compreender a importância do leitor-observador-investigador no processo da estética da recepção com as suas viagens, suas histórias, histórias de suas famílias e fragmentos de história, que não recebem a atenção de certos historiadores, centrados algumas vezes nas datas de certos eventos e no resultado político de suas informações a favor ou contra a hegemonia dos que disputam o poder social-político.
                        A imagem, mais do que o registro verdadeiro do momento do “click”, e o rol de impressões, de informações visíveis e invisíveis, silenciosas que falam através do olhar contemplativo do leitor-observador-investigador. Ela pode servir à inércia ou ao dinamismo de quem a contempla.
                      Antonio Renato Henriques faz algumas afirmações interessantes para compreendermos melhor o que discutimos:
1.      Podemos trocar o ponto de partida da análise: mundo visível, obra, artista ou público. Podemos pinçar detalhes formais, fazer cortes temporais, delimitar espaços geográficos, etc. Enfim, o estudo crítico da arte e de sua história nos desenha um emaranhado difícil e complexo, para não dizer caótico.”(2)
Esse momento inicial ocorre de forma natural se não acrescentarmos como ferramenta essencial as Teorias da estética da recepção.
2.      “Para a psicologia da representação, a arte é parte de uma tradição, ou seja, pertence a uma área estruturada e com problemas. Isto significa que os artistas criam a partir de um padrão de comparação com outras obras a que tem acesso; a arte deve mais à arte do que ao mundo visível. O artista, assim como o cientista, parte de um problema frente ao qual elabora respostas provisórias abertas ao questionamento, busca-se a confirmação ou a refutação.”(3)
Essa abordagem leva-nos para o operador-fotógrafo, que ao capturar uma imagem, ele o faz segundo os padrões conhecidos de “fotografar”, impondo as suas escolhas, conhecimento técnico, sensações e estado emocional. Ele quer resolver os seus desejos ou desejo de suas personagens, ou ainda como missão de seu trabalho profissional. Posteriormente, com a apreciação do leitor-crítico ocorre a “confirmação” ou “refutação”.
3.      “Jauss - o caráter artístico de uma obra é dado pela sua recepção, sua contemporaneidade é dada pelo público espectador dela, é ele que dialoga com a obra, rejeitando-a e adquirindo dela um certo distanciamento, aceitando-a ou a idolatrando”(4)
Com essa terceira afirmação, que o Antonio busca de Jauss, temos que a obra de arte ou a imagem fotográfica existem a partir do olhar contemplativo de seu leitor no processo da estética da recepção.
             Outro aspecto relevante para se discutir trata-se do “silêncio”. Os mestres indianos são comuns em afirmar, que depois de centenas, ou às vezes, milhares de horas de silêncio são contemplados com a iluminação. Juan Mesiá Clavel relata uma dessas histórias em “Espaços, tempos e silêncios”, numa relação de um Dogen e um desses Mestres. E ficou extasiado com a exigência do Mestre sobre o exercício do silêncio. E se refere ao “[setsu-getsu-ka]” do budismo que refere-se ao emblema: “neve”, “lua” e “flores”. E explica o emblema dizendo:
 Os copos de neve realçam o que cobrem, com formas inéditas, desde o sebe do jardim até aos caixotes do lixo. São símbolos dum quotidiano embelezado. A lua, com as suas fases, convida-nos a referirmos tudo e todos à lentidão de um movimento, movimento esse que avança independente da nossa vontade. E as flores, reunindo seu encanto e sua fugacidade, convidam-nos a calar admirando a maravilha do efémero. “Neve”, “lua”, “flores” é uma frase emblemática de toda a filosofia de identificação com a natureza através do quotidiano, do lento e do calado. (5)
O que revela que a natureza e o nosso mundo são ricos de convites ao “silêncio” no dia-a-dia, para com o exercício possamos ouvir as vozes do silêncio e percebermos as informações no chamado “invisível” das coisas, das pessoas, de nós mesmos e das imagens de nossas contemplações.
                    Vitor dias em seu trabalho: “Silêncios que falam”, faz duas citações muito interessantes. A primeira da psicanalista Marie-Claude Thomas: “o silêncio é o efeito de uma palavra em espera”; e segunda do psicanalista Xavier Audoard, que diz: “o silêncio é o núcleo ativo da palavra”(6)
                   Queremos que as imagens, que selecionamos, neste sétimo volume, passem no silêncio de suas existências o conteúdo de beleza, de sonho e viagem numa história, parte de sua história, leitor, que também compõe a história de Planaltina.

2.      Apresentações dos registros fotográficos












































1.      Leitura e Interpretação das imagens


Seguindo a orientação dos volumes anteriores, subdividimos este pelos temas que representam as imagens selecionadas. Assim, tratamos das personalidades, dos casais ou famílias, grupos, desfiles de beleza e moda, esporte, Via Sacra e ruas da Cidade. Com as sugestões dos fundamentos teóricos apresentados no capítulo das discussões iniciais, queremos que as imagens passem por um tratamento da Estética da recepção, observados o silêncio com fator de geração de mensagens e aspectos psicanalíticos colhidos nos detalhes dos olhares e expressões das personagens ou de seus operadores-fotógrafos gravados nas composições dessas imagens. Sim, tudo colhido pela pesquisa cuidadosa do leitor-observador-investigador.
Iniciando pelas personalidades, individuais ou não, citamos: Antonio de Ernestina, que deixa a sua indumentária de atleta do Planalto Central Futebol Clube para revelar-se com a farda do exército brasileiro do tempo da Revolução Constitucionalista. Prestou o serviço do exército na Cidade de Ipameri e mostra o decoro de seu tempo; Sr. Cândido Cesário Torres, que de uma numerosa família, nos encaminhou essa imagem um pouco antes de sua partida aos 105 anos de idade. Depois de sua experiência por várias cidade goianas se estabeleceu em Planaltina, mais tarde em Goiânia; Profa. Áurea Gonçalves, que atuou como profissional da educação na Escola Paroquial, apresenta-se numa beca de luxo e elegância; Dona Maria Rita põe-se numa imagem para compor um quadro para a posteridade, no ovalado Clássico; Sr. Manoel Ribeiro (Neco) numa imagem impassível, decidida num ar claro de alegria e serenidade; D. Dorinha que apresenta com jovial beleza, num quadro clássico; A jovem numa imagem colorida do tempo antigo, não nos foi revelada a sua identificação; Sr. Romão Gomes Rabelo, mostrando a semelhança de seu filho André Gomes – vestimenta simples com o rigor de se apresentar com o paletó; Sr. Francisco Monteiro Guimarães, um dos filhos do Coronel Salviano, esposo de D. Violeta, e que presenciamos numa ocasião, que diante dessa imagem, lembrou-se de seu filho Zuzu, demonstrando um estado de comoção, quando afirmamos, que a imagem era dele próprio; Sr. Sebastião do Espírito Santo, que se apresenta no ofício político de discursar. Pesquisador incansável e poeta; e, D. Nhorinha, carinhosamente chamada de D. Negrinha, religiosa, prestativa e fraterna quando ajudou com a criação de vários meninos e meninas.
O segundo momento é criado por grupo de dois ou mais amigos que se reúnem para a pose de uma imagem que seguiria para o futuro: Deolino Carlos e amigo – Casado por duas vezes: com D. Petronilha tiveram: Laemertina, Laerte, Walter e Lady, com D. Judith tiveram: Evandina, Evandro, Evaldo, Edvaldo, Evânia, Edeuza e Edneuza; Delegado da Cidade por vários anos; O Grupo: Eleodorino Vaz, Benevides Lapa e José Cândido – que escolhem como fundo a igreja Matriz Nova em construção; Gastão Pereira Salgado, filho de Alexandre Dumas Salgado e casado com D. Odete Campos, sempre gostou de escrever artigos, tendo a sua iniciação no Jornal Alta-Mir, com o pseudônimo de Gasal. Mais tarde para outros Jornais como: Bandeirante e Voz Popular, e Zita Pereira Salgado (Irmã Sandra) – Uma apresentação de elogiável elegância; D. Felicidade Gomes de Souza, que foi casada com Fernando da família Souza Vasconcellos e sua filha Nair. Dona Felicidade era grande conhecedora das árvores genealógicas das principais famílias de Planaltina; João Silva, Dr. Francisco de Faria e Paulo Sady. João foi dono de Hotel (Vera Cruz) e comerciante, Dr. Chiquinho é um dos advogados mais proeminente das questões fundiárias da região e foi Administrador Regional de Planaltina. Paulo Sady foi comerciante nas duas Planaltinas: Goiás e DF, chegando a Presidência da Associação Comercial de Planaltina; Joaquim de  Marcelino, Antonio de Marcelino e Anísio Gonçalves. Três personalidades dos negócios ligados à criação   e agropecuária em suas terras; Nelson Ribeiro de Freitas, Viltes de Melo Pinto, Francisco de Melo Pinto e João Dutra. O primeiro foi o responsável pelos serviços do Correio, Viltes filho de comerciante (Nesse Tempo), Francisco foi comerciante e João Dutra que atuou nos negócios de fazenda e foi goleiro do Planalto Central Futebol Clube; Grupo de pescaria que reúne variadas pessoas, desde padre, professor, músicos, funcionário público, camioneiro depois proprietário de Empresa de ônibus, fazendeiros e trabalhador rural; Salviano Monteiro Guimarães e seu filho Gabriel, numa demonstração de amizade, além dos laços de família; Mestre Zulu, maior incentivador da Capoeira e lutou para que o jogo fosse aceito como atividade física pela Secretaria de Educação do DF. A imagem mostra o mestre com um grupo de alunos (que conta como evento desportivo).
Dentre os eventos políticos contamos com: Recepção do Governador de São Paulo e esposa, em Planaltina, quando Dr. Hozanah Guimarães era Governador de Goiás. Presentes, os políticos dos dois estados e de Planaltina; Recepção de Juscelino Kubitschek de Oliveira em Planaltina. Nesse dia, o palanque que abrigava o Presidente e autoridades desmontou-se sem grandes prejuízos; Há, também, a recepção do Governador de Brasília: Helmo Serejo pelo Administrador da Cidade, Valfredo de Freitas. Presentes na imagem: Edgar de Castro (Assessor do Administrador) e Gaspar Dutra (Gerente da CAESB); e a gravação da imagem da finalização da estrada de rodagem para Ipameri. Presentes na imagem fotográfica: Victorino Bevinhati, Balbino Carlos de Alarcão e Viriato de Castro.
Outro momento importante desta apresentação trata dos casais e das famílias: A primeira mostra Adair Gonçalves (Dadá), esposa: D. Venância de Castro e Mario de Oliveira (Bebê) e Antonio (Sr. Tonico) e Algebrantina; A segunda imagem é dos familiares do Sr. Alexandre Dumas Salgado, empregados e seus filhos na fazenda; Sr. Adeladio Gomes e D. Ângela do Amaral, pais do farmacêutico e comerciante Jaime Gomes. A imagem é do dia do casamento. Dona Carolina Costa, esposo e filhos (parentes de Sr. João Alves da Costa); D. Cordolina, amiga e filhos (D. Codó era irmã de D. Sebastiana, segunda esposa do Sr. Antonio Gonçalves); e, Ernesto Cândido Roriz e D. Firmina tios de José Cândido.
Apresentamos algumas imagens fotográficas de crianças, primeira comunhão e modelos dos desfiles organizados pelo jovem Eufrásio (Cunhado de Dr. Antonio Leite). Essas imagens nos trazem o retorno de mensagens da vivência e dos costumes da sociedade planatinense, não muito distante.
Um momento que preservamos nos volumes de História anteriores é a Via Sacra de Planaltina e das ruas da Cidade. Assim, mostramos uma série de imagens das ruas na década de 70 e imagens da Via Sacra no morro da Capelinha, tempo que Mauro Lúcio Campos tinha o papel de Cristo.
Há uma festa animada com cerveja e refrigerantes, idos de 1965, do antigo Ginásio de Planaltina. E, finalmente, uma imagem fotográfica de um time de futsal com um grupo de jovens de Planaltina.


Conclusões

Gostaríamos de afirmar que as personagens deste conjunto de imagens podem ser investigadas, primeiro através dos olhos ou do olhar, segundo através de suas expressões faciais. Temos uma riqueza de informações: revelações de felicidade, de extrema felicidade, que ocultam dificuldades, doenças ou conflitos; revelações do medo, medo ou da câmera ou de lançar suas imagens para o crivo da crítica de quanto as possam ver no futuro; a preocupação velada de que a imagem possa deixar escapar alguma deficiência ou erro pessoal; o calor do carinho que se revela com a certeza de a imagem possa transmitir a mensagem: “lembrem-se de mim, nesse momento, noutras horas futuras”; revelação de que o registro fotográfico faça parte da história pela importância do momento da ocorrência daquele flash; revelação do heroísmo por ser partícipe da edição daquele momento específico: o time de futebol, a pescaria, a comemoração da formatura, nos desfiles ou na peça teatral da Via Sacra; O casal Eládio e Ângela encontra-se tomado de alegria incomum. Eládio consegue parecer indiferente para gravação da imagem, porém sua esposa revela-se radiante; A demonstração do reconhecimento de que a imagem leva a efeito a produção de um documento: casal Ernesto e Firmina, recepções dos políticos e de algumas personagens, tomadas individualmente.

Há uma chamada frequente da postura e elegância na maioria das imagens, colocando em ênfase a expressão corporal ou, até, a posição dos pés. E o silêncio da imagem é  garantia de que o leitor-observador-investigador pode fazer as suas buscas pessoais procurando compreender os detalhes, que aparecem num leitura mais demorada, e as mensagem que desvelam desses detalhes.


Notas bibliográficas/Bibliografia

1.      OLIVEIRA, Raquel Trentin, A função da leitura e a maioridade do leitor em
Notícia da Cidade Silvestre de Lídia Jorge
.1

2.      HENRIQUES, Antonio Renato. “O OLHAR E A ARTE - A ESTÉTICA DA RECEPÇÃO E AS ARTES PLÁSTICAS – 1994”.


3.      Idem, ibidem.
4.      Idem, ibidem.
5.      CLAVEL, Juan Mesiá. “SPAÇOS, TEMPOS E SILÊNCIOS - o estilo da vida contemplativa”.
6.      DIAS Vitor. “Silêncios que falam”. Atual.
                 http://www.pcp.pt/avante/20011108/458i2.html








2 comentários:

Postar um comentário

 
;